O paralítico resignado

Hoje gostaria de chamar a sua atenção para algo que acontece frequentemente na nossa vida: a resignação.

Houve um homem paralítico que viveu no tempo de Jesus, por quem os anos passaram demasiado rápido. Reduzido à sua condição de paralítico, parece-nos que a resignação o venceu, e quase sem se aperceber, a paralisia custou-lhe 38 anos de vida. Ao fim de 38 anos vitimado pela paralisia, ele pôde finalmente ter um encontro com Deus e falar com o Médico dos Médicos. À frente dele estava a solução para o seu problema, mas a sua resignação quase o fazia perder a oportunidade…

João 5:1-7

1 DEPOIS disto havia uma festa entre os judeus, e Jesus subiu a Jerusalém.
2 Ora, em Jerusalém há, próximo à porta das ovelhas, um tanque, chamado em hebreu Betesda, o qual tem cinco alpendres.
3 Nestes jazia grande multidão de enfermos, cegos, mancos e ressicados, esperando o movimento da água.
4 Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque, e agitava a água; e o primeiro que ali descia, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse.
5 E estava ali um homem que, havia trinta e oito anos, se achava enfermo.
6 E Jesus, vendo este deitado, e sabendo que estava neste estado havia muito tempo, disse-lhe: Queres ficar são?
7 O enfermo respondeu-lhe: Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me ponha no tanque; mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim.

Piscina de Betesda

Imaginemos agora esta cena: uma piscina de água tranquila, e à sua volta uma multidão de doentes com as mais variadas doenças e problemas físicos. Todos a acotovelarem-se para poderem estar perto da água, para que quando ela se movesse, pudessem saltar lá para dentro primeiro que os outros todos e dessa forma serem curados.

O nosso paralítico estava ali também. Tinha vindo na esperança de que a sorte o bafejasse, mas rapidamente se apercebeu da crua realidade: a concorrência era tanta, que ele não tinha a menor hipótese de ser o primeiro a entrar na água. A resignação mais uma vez o venceu. Não havia nada a fazer. Talvez se a água se mexesse quando todos estivessem distraídos, e ele conseguisse disfarçadamente rolar para dentro da água… Mas isso era praticamente impossível.

Não sabemos há quanto tempo ele estava ali. Podem ter sido apenas algumas horas, ou dias, ou semanas… O que é certo é que ele estava já tomado pelo desânimo.

Isto pode acontecer na nossa vida também. O peso dos problemas e das responsabilidades, o stress constante, podem contribuir para tornar-nos pessoas desiludidas, e até amargas com a vida e com as pessoas à nossa volta.

Mas agora está ali Jesus. E Ele vem falar com o nosso paralítico. Olhando para ele, e sabendo que estava naquele estado há muito tempo, a sofrer com aquela limitação física, Jesus faz-lhe uma pergunta que nos parece ridiculamente impensável: “Queres ficar são?”

Porque é que Jesus lhe fez aquela pergunta? Se ele estava ali a olhar para a água, é porque queria ficar são, não é? Bem, talvez… É que por vezes acomodamo-nos de tal forma com os nossos problemas e as nossas limitações que já quase não sabemos viver sem eles. Tanta vez ouvimos dizer: “são as minhas artroses”, ou “é o meu reumatismo”, ou ainda “é o meu problema do colesterol”. Resignamo-nos diante do problema. Alguns chegam até a dizer: “olha, é porque deve ser a vontade de Deus”. Mas isso é mentira, porque se um pai terreno não deseja mal aos seus filhos, muito menos Deus!

Jesus fez-lhe aquela pergunta para o fazer estremecer. Para o acordar para a realidade, e para o fazer despertar daquele suave turpor com que a resignação o tinha envolvido. Ainda inebriado na sonolência da resignação, ele responde envergonhado que nada há a fazer. A solução que ele esperava era impossível de alcançar.

Este é o problema: nós desenhamos nas nossas mentes a solução que nos parece melhor, mas por vezes Deus tem outros planos. E em vez de estar a olhar para Jesus, que É a solução para TODOS os problemas, o nosso querido paralítico continuava a olhar atentamente para água, ali tão perto, e ao mesmo tempo tão longe.

Neste caso específico a cura não parece ter dependido de fé por parte do paralítico. João não nos diz que Jesus ali tenha feito alguma pregação ou tenha falado com ele acerca do poder de Deus por forma a que a fé dele crescesse ao ponto de poder receber o milagre. Parece-nos que foi mesmo pela fé de Jesus que ele acabou por ser curado. É que Jesus tomou a iniciativa e deu-lhe uma notícia em primeira mão: A partir de agora já podes levantar-te – porque é que estás ainda aí deitado?

João 5:8-9

8 Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma o teu leito, e anda.
9 Logo aquele homem ficou são; e tomou o seu leito, e andava. E aquele dia era sábado.

Imediatamente o nosso querido paralítico foi curado. Pegou na cama onde estava deitado e caminhou. Naquele dia ele teve um encontro com Deus. E a sua vida nunca mais foi igual.

E você? Está preparado para um encontro com Deus, ou anda resignado com a sua vida e distraído a olhar para a água? Aprenda a depender cada vez mais de Deus. Nunca se resigne, pois isso é meio caminho para a derrota. Leia a Bíblia, principalmente o Novo Testamento, e aprenda mais deste Jesus maravilhoso que tem um plano incrível de vitória para a sua vida!

Jesus não foi…

 

[caption id="attachment_334" align="alignright" width="300"]Jesus Cristo Jesus Cristo[/caption]

Não foi um Filósofo
No entanto a sua mensagem de paz, justiça e amor constitui a verdadeira Filosofia da Vida.

Não foi um Escritor
No entanto o seu Evangelho e a sua vida tem inspirado as mais belas obras da literatura mundial.

Não foi um Professor
No entanto chamavam-lhe “Mestre” e ainda hoje os seus ensinamentos sao pontos de referência para os seus discípulos em todo o mundo.

Não foi um Médico
No entanto curou os enfermos e pela fé no seu nome muitos tem encontrado alívio para os seus males.

Não foi um General
No entanto os que crêem no seu nome formam o maior exército espiritual do mundo.

Não foi um Estadista
No entanto traçou as normas da convivência social, amiga e fraterna entre pessoas e povos, raças e classes sociais e lançou os princípios para uma verdadeira harmonia universal.

Não foi um Rei
No entanto puseram sobre a sua cruz o título ‘Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus”, porque a verdade é que ele era descendente do rei David.

Mas foi o Salvador do Mundo
Porque veio buscar e salvar os que se tinham perdido. E ainda hoje ele é o caminho, a verdade e a vida, para todos os que crêem no seu nome.

 

 

20º Aniversário – Agradecimentos

Agradecimentos:

1994-2014

Chegados até aqui, temos em memória todos os que de algum modo comunicaram connosco nas nossas aflições.

A todos os que se identificaram com esta obra e nos mostraram solidariedade, e os que por nós muito oraram e cooperaram com tanto amor, o nosso muito obrigado no Nome de Jesus.

Nós talvez não, mas o Senhor sem dúvida a todos recompensará. Foram muitos os que nos deram as dextras.

Só não nomeamos alguém em particular, para que ninguém fique sentido, antes preferimos deixar a todos no anonimato, para que o Senhor a todos recompense abundantemente, e Ele o fará, nao falhará!

Também aos que se dignaram patrocinar a revista comemorativa, pois foram decisivos para que esta edição especial de vinte anos de existência fosse possível.

Que Deus muito vos recompense! Bem hajam!

Pr. João leirinha

Algumas Palavras

[caption id="attachment_312" align="alignright" width="186"]Ana Magalhães Ana Magalhães[/caption]

Sou das que assumem que o futuro se constrói com as verdades do passado.

A obra bem alicerçada cresce para ficar. Mais ainda, se fundamentada na vontade direta de Deus.

Nao se pode falar destes 20 anos sem trazer à evidência esta igreja (Evangelho Completo). No entanto, poder olhar a obra e não esquecer os momentos da sua história que o tempo não ultrapassa, de homens e mulheres a quem as verdades não deixam esquecer, pela obra realizada.

Como se consegue? Porque assim acontece quando a vontade sincera do ser humano se alia aos perfeitos desígnios de Deus.

Pastor João Leirinha e Pastora Florinda, graças a Deus pelas vossas vidas, pelos discípulos que também veem comprovando, na vossa visão missionária.

Pelos conselhos certos e Cristãos, na hora certa, conseguindo transformar vidas, por uma nova oportunidade de esperança e fé. Por serem imitadores de Cristo, que entenderam a seriedade em fazer a obra de Deus.

Eu agradeço a Deus pela nova vida que me deu, e que nem sei se sou merecedora desta dádiva, e pela família que aqui encontrei.

Ao meu Salvador Jesus Cristo, a quem devo todo o meu ser, pois que, nos momentos mais difíceis da minha vida, sempre esteve ao meu lado. Cumpriram-se em mim as Suas palavras: “Nunca te deixarei, nem nunca te abandonarei” (Hebreus 13:5).

Muito obrigada, que Deus vos abençoe.

Ana Magalhães (Anita)

Testemunho – Alfredo e Albertina

[caption id="attachment_303" align="alignright" width="271"]Moveis Teles Criatividade e elegância[/caption]

Em 1998, eu, a minha esposa, e os nossos três filhos, tínhamos uma vida estável, já éramos cristãos há cerca de dez anos; estávamos ativos nos afazeres da igreja, e confiávamos em Deus. Tínhamos uma pequena empresa em crescimento, na indústria dos móveis, e tudo corria relativamente bem.

A certa altura foi-nos proposta uma sociedade, com mais duas pessoas no ramo dos estofos. Depois de refletirmos, concordamos com a idéia. Como um dos parceiros de negócio tinha alguns problemas financeiros, resultante de outros negócios, concluiu-se que seria melhor sermos nós (eu a minha esposa) os titulares da nova empresa (mantive então a figura legal de empresário em nome individual, muito embora estivesse acompanhado com mais dois sócios).

O que parecia ser uma boa idéia, depressa se tornou uma má experiência. Pouco tempo depois começamos a acumular dívidas, mas, com a esperança de recuperar a estabilidade financeira, fomos prolongando o problema e adiando uma decisão por mais sete anos. Erro nosso. Fomos de mal a pior. A ilusão de dias melhores tornou-se um problema nas nossas vidas, e o pior ainda estava para vir.

A dada altura, a sociedade desfez-se, e como únicos titulares legais, vimo-nos confrontados com uma enorme dívida. Uma herança muito pesada; um verdadeiro lamaçal. Os credores (fornecedores, bancos, segurança social, funcionários, etc.) vieram sobre nós com ameaças judiciais. Os clientes eram maus pagadores e quase todos falidos. Tínhamos três processos em tribunal e um quarto que se adivinhava. Nesse momento sentimo-nos a afundar, sem ver luz ao fundo do túnel. Os nossos piores medos tinham-se tornado realidade.

Deus é bom. Ele avisa-nos que no mundo teremos aflições, mas nós nao estávamos preparados para elas. Ele também disse para termos bom ânimo. Mas, pelo contrário, só sentíamos revolta. Um grande fardo estava sobre nós. Pesava-nos o sentimento de não ter tido a coragem de parar no tempo certo, e vinha frequentemente aos nossos pensamentos a idéia de termos estado estes anos todos a acumular dívida, sem saber quantos mais anos demoraríamos a pagá-la. Dava que pensar.

Tínhamos duas opções. Ou fugíamos do país, como muitos fazem, e ficávamos com o nome sujo sem nunca mais poder voltar com a cabeça levantada. Ou íamos à luta, confiando em Deus e enfrentando o imprevisível. Abalados mas nao vencidos, resolvemos confiar em Deus pois sabíamos que Ele nunca abandona os seus filhos. Revestimo-nos do poder dele através de pessoas amigas que se mantiveram em oração, e pusemos pés ao caminho. Fomos à luta com um grande desejo de sermos pessoas de bem, cumprindo com as nossas obrigações.

Com em tudo, nao chegava acreditar. Sabíamos que era preciso agir em conformidade. Começamos entao por fazer cortes em todas as áreas da nossa vida. Recomeçamos quase do zero. Todas as coisas – mesmo aquelas mais insignificantes – não comprávamos. Só mesmo o indispensável.

Tivemos que fazer grandes remodelações e criar novos objetivos. Saímos da fábrica onde estávamos e montamo-la num espaço vazio debaixo da nossa casa, só com um funcionário. Fizemos acordos com os credores, lembrando-lhes que a galinha viva sempre põe ovos, e que a seu tempo tudo se iria resolver se confiassem em nós.

Encontramos clientes novos e bons pagadores. Mas apenas porque Deus foi à frente a abrir caminho. Sabíamos que Deus era capaz de mover montanhas, mas tínhamos que fazer a nossa parte. Nada iria aparecer sem também nos esforçarmos.

Durante o primeiro ano, Deus abençoou-nos e ganhamos algum dinheiro. Mas entrava num saco furado; era quase tudo para os credores. Nesse período sentimos uma revolta interior que nos minava, mental e espiritualmente. Nao era justo sermos só nós a pagar, mas nao tínhamos alternativa; a pressão estava apenas sobre nós.

Certo dia veio-me um pensamento que fazia todo o sentido. “Porque andas revoltado? Não esperes que te ajudem. Perdoa-lhes, confia em Mim e vai em frente”. Só podia ser uma revelação de Deus. Só ele sabia o impedimento que eram os nossos ressentimentos para alcançar a vitória. Éramos nós que estávamos a limitar a bênção. A partir daí foi o voltar de uma página. A nossa confiança aumentou, e começamos a confessar palavras positivas. Revestimo-nos de bons livros (inspirados por Deus), que iam ao encontro das nossas necessidades, e claro, nao deixámos de ouvir a palavra de Deus na igreja.

Aquilo que parecia impossível, tornou-se realidade. A pedra de tropeço tornou-se degrau para subirmos mais alto. Tomamos consciencia de que a nossa luta nao é contra pessoas, mas contra as hostes espirituais da maldade. A montanha que parecia invencível, a pouco e pouco foi demolida.

Deus capacitou-nos para fazermos bons negócios, e gradualmente fomos amortizando as dívidas. A palavra de Deus diz para não devermos nada a ninguém. Acreditamos que Ele viu o nosso coração, pois o nosso primeiro objetivo, era pagar dívidas. Ele também diz que nos dá muito além daquilo que lhe pedimos ou imaginamos. Isso aconteceu connosco.

Para além de Deus nos dar a oportunidade de termos estabilidade financeira, atingirmos os objetivos, e andarmos de cabeça levantada, Ele nao ficou por aí e quis que tivéssemos gozo, realização e criatividade com o trabalho que fazemos.

A nossa empresa evoluiu muito. Temos boas instalações, com máquinas topo de gama e já empregamos cerca de vinte pessoas. Desenvolvemos produtos inovadores para diversos setores como a acústica, a electrónica, a iluminação e o mobiliário. Temos produtos nossos colocados em quase todo o mundo, e em espaços muito conhecidos.

Estamos muito gratos a Deus pela sua fidelidade nas nossas vidas. Em tempos de crise, conseguimos pagar todas as dívidas em cinco anos (o valor global dava para fazer uma casa); abençoamos famílias com vários postos de trabalho diretos e indiretos, e criámos riqueza para a nação.

Na vida, todos estamos sujeitos a problemas, ninguém está imune, nem os cristãos. Mas não podemos baixar os braços, pois o poder de Deus está em nós. Ele capacita-nos. Basta confiar Nele, sem nunca esquecer que há um caminho para percorrer. No entanto, sabemos que temos um guia que vai à nossa frente. Também é muito importante pensar positivo, e falar aquilo que desejamos, pois o poder da vida e da morte está na língua.

Vale a pena ser cristão. O conhecimento que se adquire é fundamental para se vencer nesta vida, e claro, garantir a vida eterna. Com tudo o que se passou na nossa vida, temos a certeza que a palavra de Deus é verdadeira. E se resultou connosco, também resulta consigo. Deus não faz acepção de pessoas.

Alfredo e Albertina

Testemunho – Prª Florinda Leirinha

[caption id="attachment_292" align="alignright" width="167"]Prª Florinda Leirinha Prª Florinda Leirinha[/caption]

Chamo-me Maria Florinda Leirinha, sou casada, mãe de três filhos e serva de Deus. Toda a doença é uma opressão e sinal de perigo mas, quando se trata de um cancro, é o mesmo que dizer que os dias estao contados. A partida chegou! Cancro é quase sempre sinónimo de morte, no sentido natural.

Aconteceu que um dia deparei com o pescoço inchado, nao ficando com isso muito preocupada. Contudo, como o inchaço nao desaparecia, logo que pude consultei o médico, que de imediato me mandou fazer os exames necessários.

Logo após os exames feitos (sendo um deles uma biópsia ao que eu pensava ser um nódulo na tiroide) o inchaço aumentou. Depois disto, tratou-se de tudo para que eu fosse operada à tiróide o mais depressa possível. O médico não me revelou exatamente o que eu tinha. Contudo, eu já pressentia que alguma coisa nao estava a correr bem.

Perante a situação criada, a Igreja logo começou a orar a Deus e a jejuar por mim. Entretanto, antes de ser operada, e sem que eu soubesse, o médico mandou chamar o meu marido para o pôr ao corrente de tudo. Foi aí que lhe contou que me detetaram um tumor canceroso na tiróide e que iriam fazer o que estivesse ao alcance deles, embora contando que em casos idênticos, a estimativa de vida para os doentes é de seis meses no máximo.

Depois da operaçao, o médico confirmou ao meu marido o que lhe já tinha dito antes. Só que havia um dado novo: realmente extraíram-me o tumor juntamente com a tiróide, mas não puderam tirar as raízes finíssimas que estavam entrelaçadas nas cordas vocais, porque se o fizessem ficava sem voz.

Eu sei que Deus não o permitiu, pois tinha um grande milagre para fazer na minha vida para trazer honra e glória ao Seu Santo Nome.

A operação foi algo moroso e delicado. Eu travava uma batalha pela minha vida, se bem que não tivesse medo da morte, pois já tinha a salvação de Jesus conforme diz o Evangelho de S. João 3:16.

Apesar de ter passado pela operação, continuava a acreditar na cura das enfermidades físicas, cura essa que Jesus garante àqueles que Nele crêem.

Decorridos três meses, fui fazer um novo exame (cintilograma) para ver até que ponto as raízes se tinham desenvolvido. Nessa altura, já me encontrava no seio da minha família e, para alegria de todos, o milagre aconteceu! 0 resultado foi negativo e nem uma raiz havia!

Continuei a fazer exames de seis em seis meses, e a seguir de ano em ano. Depois fiz exames de três em três anos e, até hoje, o resultado é sempre negativo.

Jesus é o Todo Poderoso, cheio de amor e compaixão. Ele É o único que ainda hoje SALVA CURA e LIBERTA todos os oprimidos.

Prª Florinda Leirinha

Jesus é a nossa Páscoa

A Páscoa tem a sua raíz há cerca de 3500 anos na Pessach dos Judeus – Êxodo 12.

Quando Deus disse a Moisés para conduzir os Judeus para fora do Egipto, Faraó opôs-se a essa ordem. Como consequência da obstinação de Faraó, várias tragédias se abateram então sobre o país das pirâmides, culminando a última delas na morte de todos os primogénitos (quer humanos, quer animais). Para que os primogénitos dos Judeus fossem poupados naquela hora fatídica, Deus ordenou a Moisés que cada família deveria matar um cordeiro imaculado e inocente e pintar os umbrais das portas com o seu sangue. O sacrifício desse cordeiro é uma imagem da morte de Jesus em lugar da humanidade.

Por terem desobedecido a Deus, Faraó e o Egipto choraram amargamente a morte dos seus amados filhos. Todo o pecado e toda a desobediência acarretam consequências.

A Humanidade tem vivido em rebeldia para com Deus, pelo que terá que enfrentar as consequências dessa atitude. Desde o início da história da humanidade que o homem vira as costas a Deus, e mesmo com o passar dos séculos e o acumular de conhecimento, a tendência de afastamento mantém-se igual. Mas para aqueles que se arrependem da sua indiferença e afastamento, Deus repetiu o Pessach: todos os que aceitarem o sacrifício de Jesus (que é o Cordeiro de Deus) terão acesso à salvação.

Jesus veio morrer pela humanidade, como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo – João 1:29. Quem quiser ser salvo apenas necessita reconhecer que é pecador e não consegue salvar-se a si próprio, e aceitá-Lo como seu Senhor e Salvador. Além disso, a salvação é um dom gratuito, que ninguém teria posses suficientes para pagar, nem crédito de bondade ou boas obras suficiente para merecer – Efésios 2:8-9.

Você pode ter vivido durante décadas afastado de Deus, mas se hoje entregar a sua vida nas mãos Dele, Jesus verdadeiramente passará a ser a sua Páscoa, e à semelhança do Cordeiro do Pessach, o Seu sangue cobrirá a vida do leitor desviando de si o castigo do pecado – Colossenses 2:12-14.

Por último, depois de ter sido morto pela Humanidade, este Cordeiro de Deus ressuscitou! Ressuscitou para continuar a boa obra a nosso favor, intercedendo agora por nós à direita do Pai. Jesus está vivo, e É o mesmo ontem, hoje e eternamente – Hebreus 13:8.

E chegamos mais uma vez ao Natal…

Apesar da crise que se vive em Portugal, nota-se nas estradas que as romarias aos centros comerciais começaram e que estes se encontram mais movimentados. O consumo apesar de moderado parece estar a aumentar. Compram-se os presentes, este ano apenas para os familiares mais chegados, principalmente para os miúdos. Contam-se os Euros, recorre-se ao cartão de crédito. Não convém esquecer o primo e a tia, pois de certeza que nos vão oferecer uma prenda e seria de mau tom não ter nada para lhes oferecer de volta.

Foi nisto que se tornou o Natal??Natal_enfeites

Na cabeça de muita gente o Natal passou a ser uma época de troca de prendas, de cortesias mútuas, de tréguas temporárias e de baixar de armas. De contribuições para instituições de solidariedade social que nos estendem os sacos às portas dos hipermercados, como uma espécie de massagem ao sentimento de nada fazermos quanto aos que tem menos do que nós.

Mas não, o Natal não é isto. O Natal é muito mais, e no entanto, nesta cegueira de boas acções semi-forçadas, o Homem não vê o verdadeiro significado do Natal.

Cortinas de fumo.

Há bem pouco tempo, o líder da religião Católica lançou aquilo a que já chamaram de “uma acha na fogueira”, ao declarar que a vaca e o burro não deveriam fazer parte do presépio. Ratzinger tem razão quando afirma que a Bíblia não menciona os animais à volta da manjedoura onde Jesus foi posto. Mas apesar da sua razão, logo se levantaram vozes contraditórias, como a do cardeal Catalão Lluís Martínez Sistach que insiste que se devem colocar os animais no presépio, e recorda que o presépio montado na própria praça de S. Pedro inclui os tais animais. Insistindo no erro, o cardeal vai mais longe e adiciona ao presépio outro elemento que vai contra a descrição Bíblica do nascimento de Jesus: a neve.

Mas isto mais não é do que uma espécie de cortina de fumo, ou nevoeiro, que adensa ainda mais a visão do Natal e do seu verdadeiro significado.

A origem do Natal.

Se o quisermos realmente compreender, teremos inevitavelmente que virar a nossa atenção para o primeiro Natal e para as circunstâncias envolventes. Para fazermos uma investigação séria, devemos ir à origem, e sem nos deixarmos influenciar pelos costumes e tradições, ler o relato do capítulo dois do Evangelho de Lucas.

No prefácio do Evangelho, Lucas diz que se informou “minuciosamente” dos factos para os poder escrever em livro, através dos relatos de quem os viveu e testemunhou.

Curiosamente Lucas não parece dar demasiada importância à descrição do “presépio”. Efectivamente não fala em animais à volta da manjedoura, e até menciona que os pastores estavam com os seus rebanhos no campo durante a noite, o que nos indica claramente que não era inverno, e portanto não haveria neve.

Quais são afinal as personagens do Natal?

Assim, temos no “presépio” original apenas 3 pessoas: José, Maria e Jesus. E isto foi comprovado pelos pastores que os foram lá visitar seguindo as instruções de anjos.

Mas então o que significa o Natal?

O personagem principal do Natal é Jesus. Não são os animais, nem é José nem é Maria. É Jesus. E isto parece incomodar muita gente, pelo que surgem as mais diversas teorias e distracções que tentam desviar a nossa atenção do menino que nos nasceu.

Jesus nasceu com um só propósito: ser o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ele veio para morrer em nosso lugar, para sofrer as consequências do nosso pecado e do nosso afastamento de Deus. O castigo que nós merecíamos caiu sobre ele, para que agora, quem se entregar nas Suas mãos possa entrar no Céu. Ele que era Justo e nunca pecou, recebeu a nossa culpa, para que nós agora pudéssemos receber a Sua justiça.

Assim mesmo, sem termos que pagar nada, sem termos que sofrer ou fazer kilómetros de joelhos. Sem merecermos – por isso é que a Bíblia diz que a Salvação é pela graça. Pela graça de Deus, não é algo que se possa ganhar ou merecer, não tem nada a ver com as nossas boas acções ou com o quão boas pessoas nós somos. Trata-se de um presente, um dom gratuito, que é oferecido a todos por igual, mas que nem todos querem receber. Alguns preocupam-se em tentar merecer orgulhosamente a salvação, ignorando a mão estendida de Deus e o Menino na manjedoura. Preocupam-se com a vaca e com o burro, olham para José e para Maria, mas não olham para o Menino. Oram a Maria e a José, mas não oram a Deus. E no entanto Jesus disse que ninguém chegaria até ao Pai se não entrasse através Dele (Jesus). E que a oração deveria ser ser endereçada ao Pai, e a ninguém mais.

Então e agora?

Tome a resolução de olhar para o Menino. Ignore os animais, e imite o estilo de vida de José e Maria. E aprenda mais sobre este Jesus – comece a ler o Novo Testamento, e em seguida leia também o Velho Testamento. E durante este processo irá descobrir um estreito caminho para a sua vida que se calhar até hoje lhe estava escondido, mas que o conduzirá à Vida Eterna.

E se assim o desejar, irá entregar a sua vida a este Jesus maravilhoso que está à vista de todos, muito bem descrito na Bíblia, mas que poucos encontram. Fale com Ele, pois ele escuta e responde à oração. Fale-lhe do que lhe vai no coração, como faria com o seu pai ou a sua mãe. Em seguida, e quase sem se dar conta, passará a viver a Vida Cristã, colocando Deus em primeiro lugar, e ajudando o próximo constantemente, pois isso é o que define o Cristão.

Conclusão.

Jesus nasceu neste mundo altruisticamente, para vir pagar a nossa dívida. Ele é o personagem principal do Natal. Mesmo sem a vaca e o burro, e mesmo que José e Maria se tivessem recusado a recebê-Lo, outros estariam no lugar deles, porque o “actor principal” é Jesus.

Este Natal, entregue a sua vida a Jesus.

 

Para ler as narrativas originais clique em baixo:
Lucas 2:1-20 – http://www.bibliaonline.com.br/acf/lc/2

 

O Senhor É o meu Pastor

“O Senhor é o meu pastor; nada me faltará” – Salmos 23:1

Certa vez, em determinado evento, um famoso actor foi convidado de improviso a declamar algo para os convidados. Um velho pastor, ali presente, sugeriu que recitasse o Salmo 23.

Com grande habilidade de oratória, o actor leu o Salmo. De tão eloquente e expressivo, a sua performance despoletou os aplausos da audiência que prolongadamente o aplaudiu de pé.

Em seguida, o actor pediu ao velho pastor que lesse, também ele, o mesmo Salmo.

Com voz rouca e trémula, o bondoso homem articulou os mesmos versos com simplicidade. As palavras não eram tão eloquentes nem o timbre de voz tão sonante. No entanto, cada frase saía do mais íntimo do seu ser, qual testemunho vivo de uma relação pessoal e profunda com Deus.

Quando terminou, não se ouviram aplausos, apenas o silêncio. Por toda a audiência viam-se pessoas a enxugar as lágrimas.

O actor levantou-se e disse: “Senhoras e senhores, eu comuniquei com os vossos ouvidos e os vossos olhos. Eu conheço as palavras do Salmo 23. Porém, este meu amigo aqui comunicou com os vossos corações. Ele conhece o Pastor.”

Tu és o responsável pela tua vida perante Deus

Aqui deixo um testemunho pessoal, onde relato o meu primeiro encontro com a responsabilidade, esse bicho que a par da culpa, tem também uma certa tendência a morrer solteira hoje em dia…

Não tinha mais que 5 anos. Sentado ao lado da minha tia naquele final de uma bela tarde primaveril, olhava a minha avó enquanto ela posicionava os pesados potes ao lume na preparação de mais um jantar. Os homens chegariam daqui a pouco vindos do campo, e convinha não os deixar à espera por muito tempo.

O meu avô, o meu tio e o meu primo chegariam com a boa disposição do costume, como se o dia não tivesse custado a passar, como se o trabalho do campo fosse um breve passeio à beira-rio. E como bons garfos que eram (que é algo genético aparentemente nesta família) o jantar era o coroar desse dia. O momento de reunião familiar após uma prolongada ausência de dez ou doze horas. Qual descanso do guerreiro, aquele jantar estava a ser preparado por aquelas experimentadas mãos. As mãos da minha avó.

Eu observava, ali sentado ao lar. A casa era uma típica e tosca casa de aldeia. Os anos pesavam sobre ela – não tinha estrebão – viam-se as rústicas telhas, e os caibros que as sustentavam. Fora construída e reconstruída pelo meu avô, carpinteiro de profissão e agricultor por necessidade. Com pouca ajuda, ali fora contruída aos poucos, o fruto de duas vidas, albergando agora seis almas naquela isolada aldeia Trasmontana. A minha mãe tinha emigrado para o Porto ainda jovem adulta, onde casara e trabalhava. Depois de eu nascer fui deixado aos cuidados dos meus avós e dos meus tios, pois a vida e os horários da cidade em 1974 não se compadeciam de quem não tinha mais família com quem deixar as crianças.

A minha avó não parava. A minha tia ajudava-a – chegava as couves, descascava batatas. Punha a parca mesa com os pratos lascados dos anos sobre o verde oleado, vincado e marcado. Um talher de cada nação. O garfo do meu avô era especial, de ferro maciço com um cabo quadrado – habituara-se a ele com o passar dos anos e estranhava usar outro, por isso aquele era sempre o dele. Os outros pratos eram ornados com os talheres que havia. Na maior parte das vezes nem se usava faca. Para comer batatas cozidas o garfo era suficiente. Para a sopa a colher bastava.

E naquele entardecer, ali sentado ao lar enquanto observava a minha avó, eu senti-me um previligiado, por poder estar ali com aquela heroína. Foi então que ela se sentou um pouco enquanto punha mais uma acha na fogueira e atiçava as brasas à esperava que a água levantasse fervura. Parecendo adivinhar o que me passava na alma, começou a falar sobre o meu avô.

Contou-nos de um certo momento na vida em que precisaram de pedir emprestado uma avultada quantia. Não havendo acesso ao crédito, o meu avô recorreu a um amigo e vizinho da aldeia que a vida beneficiara. Não emprestava a todos, pois nem todos sabiam honrar os compromissos. O meu avô foi pedir-lhe o dinheiro emprestado. Ao que ele respondeu prontamente: “Para ti, Joaquim, sempre! Sempre que precises tens aqui uma porta aberta! E se algum mês não puderes pagar, fala comigo que tudo se arranja!” O meu avô era um homem sério, do género de homem capaz de empenhar as barbas pelas suas convicções e pelos seus princípios – era de uma espécie que hoje está em rápidas vias de extinção…

Mal tinha acabado de imaginar e digerir aquela cena, já ela me apontava a conclusão: “Sabes, é por isso que se alguma vez não tiveres dinheiro, tens a tua honra para mostrar. Vais lá e falas com quem tiveres que falar, de cabeça erguida. Se fores sério e trabalhador, as portas estarão sempre abertas para ti.”

Ainda hoje estas palavras ecoam na minha mente.

Olhando agora à volta para a sociedade, vejo a cultura da irresponsabilização. Pode fazer-se praticamente tudo sem consequências praticamente nenhumas. A sociedade desculpabiliza o indivíduo, dizendo que foi o meio-ambiente que o forçou a ter um comportamento desviante. O criminoso foi forçado a isso pelas suas condições sócio-económicas e pelos malvados filmes e jogos. O insolvente foi aliciado pelos bancos e por isso gastou demais – mas basta ao pobre coitado abrir insolvência para escapar impune, e depois esperar cinco anos para poder voltar ao ponto de partida, apagando o registo de dívidas. Pode engravidar-se que tudo se resolve sem grandes complicações (a não ser as psicológicas). Pode praticar-se o sexo sem pudor algum, pois isso até está na moda e quem não está “in” está “out”…

Mas não é isso que vejo na Bíblia. Na Bíblia vejo que cada um é responsável pela sua própria vida, e por ela dará conta um dia. Sem desculpas, sem subornos, sem ajuda de ninguém.

Precisamos de mais homens e mulheres da cepa do meu avô – homens e mulheres honrados, que não fujam às responsabilidades; que não se desculpem com o mau exemplo do vizinho ou do governante; que vivam a vida de cabeça erguida, com honra e princípios.

Para reflexão, aconselho o Capítulo 12 do Evangelho de Lucas:
http://www.bibliaonline.com.br/acf/lc/12

A Bíblia

Curiosidades e estatísticas

– O nome “Bíblia” vem do grego “Biblos”, nome da casca de um papiro do século XI a.C.. Os primeiros a usar a palavra “Bíblia” para designar as Escrituras Sagradas foram os discípulos de Cristo, no século II d.C..

– A Bíblia foi escrita e reproduzida em diversos materiais, de acordo com a época e cultura das regiões, utilizando tábuas de barro, peles, papiro e até mesmo cacos de cerâmica.

– Com excepção de alguns textos do livro de Ester e de Daniel, os textos originais do Antigo Testamento foram escritos em hebraico, uma língua da família das línguas semíticas, caracterizada pela predominância de consoantes; a palavra “Hebraico” vem de “Hebrom”, região de Canaã onde habitou o patriarca Abraão na sua peregrinação, vindo da terra de Ur.

– Ao comparar as diferentes cópias do texto da Bíblia entre si e com os originais disponíveis, menos de 1% do texto apresentou dúvidas ou variações, portanto, 99% do texto da Bíblia é puro. Vale lembrar que o mesmo método (crítica textual) é usado para avaliar outros documentos históricos, como a Ilíada de Homero, por exemplo.

– A Bíblia divide-se em duas partes: o Antigo Testamento e o Novo Testamento. Contém 66 livros, 39 deles no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento.

– Os 39 livros que compõem o Antigo Testamento (sem os livros apócrifos) estavam compilados desde cerca de 400 a.C., sendo aceitos pelo cânon Judaico, e também pelos Protestantes, Católicos Ortodoxos, Igreja Católica Russa, e parte da Igreja Católica tradicional.

– A Bíblia está dividida em 1.189 capítulos e 31.102 versículos.

– A divisão em capítulos foi introduzida pelo professor universitário parisiense Stephen Langton, em 1227, que viria a ser eleito bispo de Cantuária pouco tempo depois. A divisão em versículos foi introduzida em 1551, pelo impressor parisiense Robert Stephanus. Ambas as divisões tinham por objectivo facilitar a consulta e as citações bíblicas, e foram aceites por todos, incluindo os judeus.

– A Bíblia contém aproximadamente 773.693 palavras, dependendo da versão e da língua.

– A Bíblia contém aproximadamente 3.566.480 letras, dependendo da versão e da língua.

– A primeira Bíblia em português foi impressa em 1748. A tradução foi feita a partir da Vulgata Latina e iniciou-se com D. Diniz (1279-1325).

– Vamos Ler a Bíblia? A Bíblia contém 31.000 versículos e 1.189 capítulos. Para a sua leitura completa, são necessárias 49 horas, ou seja, 38 horas para a leitura do Velho Testamento e 11 horas para a do Novo Testamento. Para lê-la audivelmente, em velocidade normal de fala, são necessárias cerca de 71 horas. Se você deseja lê-la em 1 ano, basta ler apenas 4 capítulos por dia.

– Sabia que “o caminho de um sábado” era a distância permitida no dia de sábado? A distância que ia da extremidade do arraial das tribos até ao tabernáculo (quando Israel deambulou pelo deserto), isto é, cerca de 1.200 metros.

– A primeira menção da redondeza da terra na Bíblia confirmava a teoria de Galileu de que o planeta era esférico. Teria bastado aos investigadores lerem a Bíblia (Isaías 40:22).

– O trânsito pesado e veloz, os cruzamentos e os faróis acesos aparecem descritos exatamente como nos dias de hoje (Naum 2:4).

– A invenção das mensagens em “out-doors” aparece descrita na Bíblia (Habacuque 2:2).

– Contrariamente à crença generalizada, quem cortou o cabelo de Sansão não foi Dalila, mas sim um homem a mando dela (Juízes 16:19).

– A Vinda do Senhor é referida 1.845 vezes na Bíblia, sendo 1.527 no Antigo Testamento e 318 no Novo Testamento.

– A Palavra “Senhor” é encontrada na Bíblia 1.853 vezes e “Jeová (YHVH)” 6.855 vezes.

– A expressão “Não Temas!” é encontrada 366 vezes na Bíblia, o que dá uma para cada dia do ano!

– Todos os versículos do Salmo 136 terminam da mesma maneira.

– A única mulher cuja idade está mencionada na Bíblia foi Sara (Génesis 23:1).

– Para aprender mais, LEIA A BÍBLIA!

A Fé que recebe o milagre

Evangelho de Marcos, capítulo 5:22-43

No capítulo 5 do evangelho de Marcos, e a partir do versículo 22, este escritor aborda a vida de duas pessoas e as situações que atravessavam naquele momento: Jairo, cuja filha de doze anos estava à morte (vemos a idade dela em Lucas 8:42), e uma mulher que sofria de uma doença incurável há também doze anos.

Jairo era um dos dirigentes da sinagoga, portanto uma autoridade religiosa bastante conceituada naquele tempo. Por aqueles dias a sua querida filha adoeceu, e estava agora às portas da morte. Foi preciso ter coragem para se dirigir abertamente a Jesus, pedindo-lhe ajuda, mas Jairo preferiu salvar a vida da filha, mesmo que por causa disso viesse depois a enfrentar os outros religiosos e mesmo a perder a sua previlegiada posição de liderança. De facto, correndo o risco de ficar muito mal visto pelos seus pares, veio ter com Jesus e prostrou-se aos Seus pés, implorando-lhe que fosse à sua casa. Ora, aos Judeus tinha sido ordenado que não se ajoelhassem diante de nada nem ninguém a não ser de Deus – e com isto Jairo admitia publicamente que acreditava na divindade de Jesus.

Jesus aceitou imediatamente ir com este homem, pois ele o procurou com fé. Jairo acreditava que Jesus podia fazer um milagre e curar a sua filha. Não tinha apenas esperança, nem o procurou como hoje em dia alguém vai “à bruxa” ou aos curandeiros – Jairo arriscou o seu estatuto e a sua vida porque SABIA que Jesus iria transformar o problema numa vitória! Ele sabia que Jesus era a solução! Este é o tipo de fé que produz um milagre de Deus na sua vida.

E diz Marcos que enquanto iam pelo caminho a multidão era tanta que as pessoas se apertavam umas às outras e a Jesus, que ia no meio deles.

Nisto, Marcos interrompe o foco da acção e começa a falar acerca de uma mulher que também ali estava com a multidão, e que há doze anos (tantos como a vida da filhinha de Jairo) vivia com uma doença incurável: uma hemorragia constante. Diz-nos também que ao longo desses doze anos ela gastara tudo o que tinha com médicos, procurando a cura da sua doença, mas nenhum deles a conseguira curar. Ela, ao ouvir falar acerca dos feitos de Jesus, acreditou que Ele seria também capaz de a curar a ela. E de tal maneira acreditou nisso que com essa fé ela dizia para si própria: “Basta eu tocar na sua roupa e serei curada”. Ora aqui está o mesmo tipo de fé que Jairo tinha!

Quantas vezes as pessoas oram a Deus pedindo algo sem fé? Oram, não acreditando que vá acontecer o que pedem. Oram apenas com uma vaga esperança de que talvez aconteça… Oxalá aconteça… Isto não é fé – é simples esperança, e a esperança por si só não chega.

Prosseguindo o relato, Marcos conta-nos que ela se aproximou de Jesus por trás, acotovelando a multidão e lutando contra as dificuldades que a separavam do seu milagre. Aqui ela podia ter desistido, usando a desculpa de que a multidão era muita, que falaria com Jesus no dia seguinte, etc. Mas não, ela prosseguiu para o objectivo, com fé de que a hora de receber o milagre havia chegado.

Não sei se já chegou a esta conclusão, mas “ter fé” significa “ter certeza”, ou “acreditar completamente”.

O que é certo, é que a mulher avançou e tocou na roupa de Jesus, e imediatamente sentiu parar a sua hemorragia – tal como ela tinha acreditado que aconteceria!

Ora, à volta de Jesus muita gente se acotovelava e apertava, mas nenhum deles Lhe tinha tocado com fé. E Jesus apercebeu-se de que naquele momento tinha saído Dele poder para a vida de alguém. Por isso parou, virou-se para a multidão e perguntou: “Quem tocou na minha roupa?” – Ora, os discípulos acharam a pergunta estranha, pois toda a gente o apertava, mas ele insistiu e olhava para as pessoas à procura de quem Lhe tocara com fé.

Então a mulher, temendo e tremendo deu um passo em frente, prostrou-se em adoração diante Dele e contou porque razão Lhe tinha tocado e como fora instantaneamente curada. Ao que Jesus respondeu: “Filha a tua fé te curou”.

Enquanto Jesus dizia estas palavras, chegaram alguns empregados ou amigos de Jairo que lhe disseram que podia desistir da sua fé, porque a menina tinha acabado de morrer! Quantas vezes nos dizem também a nós para desistirmos da nossa fé? Para não acreditarmos no milagre?

Mas Jesus ouvindo isto reconfortou-o: “Não temas, continua a acreditar”. Imagino que estas palavras tenham sido uma alavanca para a fé de Jairo. Se por um lado a dúvida o tentava assaltar (que poderia fazer Jesus contra a morte?), a fé dele em Jesus e nas Suas palavras sobrepunha-se a tudo o que passava à sua volta e às notícias e palavras de desencorajamento que ouvia dos seus próprios amigos.

Quando chegaram à casa de Jairo, Jesus entrou com apenas alguns dos Seus discípulos e com os pais da menina. E todo aquele povo se lamentava e chorava a morte da adolescente – era um ambiente de funeral autêntico com choro e pranto… Jesus diz-lhes então que não há razão para todo aquele alvoroço, pois a menina não está morta, apenas dorme. Ora esta frase é mais uma achega a favor da fé de Jairo, como quem lhe dizia: “Mantém-te firme na fé, não desistas por pior que te pareçam as coisas à tua volta, por mais que te digam que não há solução”…

E diz a Bíblia que se riam de Jesus, pois o povo sabia que a menina estava mesmo morta. É engraçado como o povo que chorava e pranteava, de repente já tinha vontade de rir, como se a tristeza de há momentos fosse pura hipocrisia…

Mas ignorando os incrédulos, Jesus fê-los sair da casa, ficando com Ele apenas quem tinha fé, e tomando a mão da menina ordenou-lhe que se levantasse. E assim aconteceu! Porque ali estava a fé que recebe milagres!

A fé de Jairo foi recompensada no final – mas ele teve que se manter firme contra tudo e contra todos, até contra a própria morte! Isto é que é fé!…

Para ler as narrativas originais clique em baixo:
Mc 5:22-43 – http://www.bibliaonline.com.br/nvi/mc/5
Lucas 8:41-56 – http://www.bibliaonline.com.br/nvi/lc/8

Não se envergonhe de Jesus

Evangelho de Lucas, capítulo 19

O capítulo 19 de Lucas fala-nos acerca de um homem que se cruzou com Jesus. Quando alguém tem um verdadeiro encontro com Jesus, nunca fica igual – pode tornar-se uma pessoa melhor, ou uma pessoa pior, mas nunca fica igual.

Este homem que se cruzou com Jesus naquele dia há quase 2000 anos, chamava-se Zaqueu.

Conta-nos Lucas que Jesus atravessava a cidade de Jericó quando este homem se apercebeu da presença dele, e que quis ver mais de perto quem era este Jesus de quem provavelmente já tinha ouvido falar.  Mas como quase sempre, Jesus caminhava rodeado de uma multidão que o ocultava do olhar de Zaqueu. Para piorar as coisas, Zaqueu era um homem de baixa estatura, pelo que não estava a conseguir ver mesmo nada…

Prosseguindo o relato, Lucas acrescenta que Zaqueu era um homem rico, e que além disso era chefe dos publicanos, que eram os cobradores de impostos ao serviço do invasor Romano. Os publicanos eram mal vistos pelos Judeus, considerados pecadores, uma vez que oprimiam os seus próprios concidadãos para lhes extorquir os impostos exigidos pelo imperador Romano. Assim, por um lado Zaqueu pertencia a uma classe social mais abastada, por outro, era desprezado por Judeus e também por Romanos, pois ambos o viam como um traidor a soldo.

Habituado portanto a dominar, a extorquir e a explorar o resto do povo, Zaqueu vê-se agora confrontado com um dilema: manter a sua pose de mauzão frio e calculista, ou perder completamente o controle e fazer algo desesperado para conhecer Jesus? A indecisão deve ter-lhe dilacerado a alma naquele momento – que fazer? Gritar como um desalmado para que Ele páre e me veja? Subir a uma árvore lá mais à frente para poder espreitar melhor? Ou manter o status e a pose e ignorar este Jesus enquanto Ele passa?

A Bíblia não nos diz quanto tempo demorou a decidir-se, mas diz que não deixou passar  aquela oportunidade e optou por subir a uma figueira! Imagino com humor aquela cena: Zaqueu, o terrível cobrador de impostos, ali, encavalitado numa figueira na estrada, à espera da multidão que se aproximava… Ver Jesus valeria todo este esforço?

Deixe-me parar aqui a acção por um momento. Por vezes na vida damos por nós no meio de situações ridículas, chegando ao ponto de nos questionarmos como é que conseguimos meter-nos em tais alhadas. Por vezes, por algo tão ridículo como uma qualquer curiosidade, por um lugar na fila do supermercado, ou na fila do trânsito, fazemos coisas de que nos vimos a envergonhar mais tarde. E no entanto, se Jesus hoje atravessasse a nossa cidade, se calhar nem nos levantaríamos para lá ir vê-lo por vergonha do que poderiam pensar de nós… Reencaminhamos emails e anedotas para todos os nossos conhecidos, e quando alguém nos envia algo sobre Jesus simplesmente apagamos a mensagem porque não queremos “dar espectáculo”.

Ora Zaqueu achou que o preço de conhecer Jesus valia muito bem dar ali “um espectáculo”. Assim, do alto daquela árvore aguardava ansiosamente que a multidão se aproximasse.

A determinada altura reparou que aquele homem no centro da multidão passou para o lado de cá da estrada. E agora até parecia que vinha na direcção da figueira. Não tardou muito para que a figueira de Zaqueu se encontrasse rodeada pela multidão, com Jesus a olhar para cima, e todos a verem o “espectáculo” de Zaqueu…

Imagine agora o que não estaria a passar pela mente deste homem: “Muito bonito, Zaqueu – porque é que te meteste nisto? Agora vão fazer troça de ti por estares em cima desta árvore. Já não te viam com bons olhos por seres cobrador de impostos, mas agora vão transformar-te na anedota do ano… Vão rir-se durante meses…”

Nesse momento Jesus pareceu ir dizer algo. A multidão parou e aguardou em silêncio as palavras do Mestre. Jesus disse: “Zaqueu, desce depressa. Quero ficar em tua casa hoje”.

Zaqueu nem sabia se havia de rir ou se havia de chorar. Diz a Bíblia que desceu da figueira com um salto e cheio de alegria recebeu Jesus em sua casa. Ora o povo que ali vivia começou logo a reprovar a atitude de Jesus, dizendo que estava a conviver com um pecador. Mas a verdade é que Zaqueu procurou Deus, e Deus estava ali estava, a responder à procura de Zaqueu.

E agora vem a prova de que Zaqueu realmente teve um encontro com Deus: a sua vida mudou a partir daquele momento. E Zaqueu tornou-se uma pessoa melhor, recebendo Jesus como Senhor na sua vida. Durante o jantar ele exclamou: “Olha, Senhor! Dou já metade dos meus bens aos pobres; e se de alguém extorqui alguma coisa, devolverei quatro vezes mais”.

Jesus lhe disse: “Hoje houve salvação nesta casa! Porque este homem também é filho de Abraão. Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido”.

Para ler a história original clique aqui: http://www.bibliaonline.com.br/nvi/lc/19

 

Eu e Deus?

Ou Deus e eu?…

Grande parte da nossa vida corremos de um lado para outro por entre os dias, e nem nos apercebemos da beleza à nossa volta. Não nos apercebemos de quem está ao nosso lado, nem paramos para agradecer ou ajudar.

A maior parte dos dias vivemos olhando para nós próprios. Eu quero mais disto e daquilo. Sempre mais. uma ânsia enorme de ser o melhor, de ser o mais rápido, de ter cada dia mais. Eu e o meu dinheiro. Eu e a minha vida. Eu e a minha profissão. Eu e a minha fé. Eu e o meu Deus…

Temos uma tendência para enquadrar as coisas na nossa vida conforme nos dá mais jeito. Enquadramos Deus num espacinho pequeno, quase sempre perto do último lugar. Como um talismã, para dar sorte.  E depois dizemos, tentando convencer quem nos ouve e a nós próprios: “Eu cá sigo Deus à minha maneira”…

Mas segue mesmo? E o que quer dizer com “à minha maneira”?

Num relacionamento entre duas pessoas não pode existir o “à minha maneira”. Porque entre duas pessoas, tem que ser  sempre “à maneira do outro”, caso contrário, esse relacionamento estará condenado ao fracasso. O marido não pode aparecer em casa uma ou duas vezes por ano, estar com a esposa 20 minutos e dizer-lhe (ao sair pela porta fora): “eu amo-te à minha maneira”… Ela não compreenderia esse amor. Aliás, essa atitude não demonstra amor verdadeiro.

Lembra-se quando conheceu a sua cara-metade? Ele segredava-lhe coisas agradáveis ao ouvido. Ela sorria de volta e olhava-o com carinho. Ele cobria-a com presentes e fazia tudo o que podia para lhe agradar. Ela só tinha olhos para ele. Eram felizes porque passavam muito tempo juntos. Falavam um com o outro. Aproveitavam cada minuto para telefonarem, para se verem, para trocar mensagens. Estavam a conhecer-se melhor e mais intimamente um ao outro, até que um dia esse namoro passou ao estatuto de casamento.

Mas se não existir esse tempo de namoro, de comunicação e diálogo, não chegarão a conhecer-se um ao outro.

O nosso relacionamento com Deus é em tudo semelhante ao nosso relacionamento com a nossa esposa ou o nosso marido. Se só falamos com Deus uma vez ou duas por mês (ou por ano), não podemos dizer que o seguimos, ou que o conhecemos. Para conhecermos Deus temos que passar tempo com Ele.

E não o podemos seguir “à nossa maneira”. Tem que ser “à maneira dele”. Da mesma forma que não podemos viver no nosso país “à nossa maneira”, pois aqui estamos sujeitos a regras de conduta e leis. Temos que viver no nosso país “à sua maneira”, respeitando a sua Constituição.

A melhor forma de conhecer Jesus é ler o que foi escrito sobre Ele. E nessa matéria não há livro melhor do que O Livro: A Bíblia Sagrada. Se não tiver uma, poderá lê-la online. Já não há desculpa para não O conhecer.

Guerra, Fome e Catástrofes

Frequentemente se ouve quem diga duvidar da existência ou da bondade de Deus. E a maior parte das vezes o argumento é o mesmo: se Deus existe, porque é que ele não acaba com o sofrimento, com as guerras, e com as catástrofes que regularmente se abatem sobre a humanidade?…

Ouvi contar que certa vez um homem de negócios colocou esta mesma questão a um amigo Pastor que lhe falava de Jesus. Este homem tinha um pequeno império na área da higiene pessoal: tinha uma fábrica de sabonetes. Tinha aprendido na vida que para ter alguma coisa deveria apoderar-se dela, mesmo pela violência, se necessário fosse. Subira a pulso pela corda do tempo, aqui e ali pisando quem contrariasse os seus planos. Assim, não compreendia porque é que Deus não intervinha na terra para parar com as guerras, a fome,  a injustiça, e todo o rol de tristezas…

O seu interlocutor não lhe respondeu imediatamente. Continuaram a caminhar, enquanto o industrial debitava argumentos em socorro da sua teoria.

Mais à frente, um grupo de meninos brincava na terra. As sandálias não ofereciam resistência ao pó e à transpiração que lhes sujava os pés. Aliás, os miúdos estavam até bastante sujos…

Então o Pastor exclamou, num tom que deixou o outro estarrecido e de boca aberta: “O seu sabonete é imprestável, uma perfeita aldrabice!”

O homem de negócios corou, sem palavras perante a ousadia de tal difamação! Como podia alguém atrever-se a dizer mal de um sabonete tão eficaz, ganhador de tantos prémios, e utilizado por tanta gente, de todos os extractos sociais?! Um sabonete e uma marca tão bem conhecidos no país, e mesmo no estrangeiro?!…

Engasgado pela estupefacção, lá foi juntando forças e sílabas para gaguejar a resposta: “O meu sabonete é uma das maiores marcas internacionais! Elimina quase cem por cento das bactérias, e é perfumadíssimo. O preferido por estrelas de cinema, cirurgiões, e donas de casa. Ganhador de dezenas de prestigiados prémios! Como se atreve a dizer que não presta?!…”

O Pastor olhou-o nos olhos por uns instantes, reconhecendo o sentimento de injustiça que lhe atravessava a alma. Então virou-se para os miúdos e com um aceno de cabeça respondeu: “Veja como estão estes miúdos! Todos sujos, com o suor a escorrer-lhes pela cara e a pintar-lhes os pés. O pó negro não engana. Se o seu sabonete fosse assim tão bom como você apregoa, eles estariam limpinhos e perfumados!”

Sem conseguir ainda pensar direito, o industrial responde: “Ora, deve estar a brincar! Eles estão assim sujos porque não usam o meu sabonete! Se usassem o meu sabonete ficariam limpinhos, sem traço de sujidade nem mau cheiro!…”

Ao dizer isto percebeu… A Humanidade não convida Deus para o seu dia-a-dia. O ser humano vive a vida sem pedir opinião a Deus. Os governos do mundo não pedem opinião a Deus quando decidem os destinos das nações, antes pelo contrário, parecem ter prazer em afastar qualquer hipótese de Deus interferir. A Humanidade vive de costas voltadas para Deus, censurando aqueles que se voltam para Ele.

Quantos emails com anedotas você recebe e reencaminha por dia? E quantos emails com mensagens acerca de Deus você recebe e reencaminha por ano? Pense nisto!…

E você? Nas suas decisões de vida, costuma pedir opinião e direcção a Deus? Depois, ao bater com a cabeça na parede, não diga que Ele deveria ter feito um milagre para o impedir de dar mais um passo na direcção errada.